Ouvide, Agora, Senhores

Henrique Medina Carreira falou. De novo.
Disse-me o PCS.

No programa do Mário Crespo.

Como cortesia do JPG, do Apdeites, deixo mais três clips da sua colecção.
[O audio podia estar melhor, mas perante o relevo de um discurso como o que ali se ouve, tal queixa é pura mariquice.]

a) “Isto é um País? É uma brincadeira.
Nós estamos ao mesmo nível em que estávamos em 1910.
Nós estamos a endividar-nos a €48 milhões/dia.” “Isto esfuma-se tudo aí por sítios que agente nem sabe quais são.
Nós andamos a viver de tretas.” “O País anda a ser embebedado pela classe política.
Maioria absoluta é uma coisa excelente para gente competente, para gente sensata, para gente humilde.”
Os partidos são os bancos alimentares.

b) “Cada partido novo que se faz é mais uma porta para entrarem 30 sujeitos para irem arranjar um lugar.
As soluções nascem na base, com educação, com exigência, com rigor, com disciplina, com exemplo.
Novo partido?” “Casas de mulheres de má-vida já há muitas.
25 de Abril.” “Havia gente, havia ideias, havia um País e havia esperança.
Quando o estrangulamento externo chegar, este Governo vai ser réu.
Os ministros são uns mandaretes da situação.” “Começa por ser uma mentira a eleição; aqueles programas eleitorais.

Empregos.” “Dizer ‘eu crio 150.000’ é trafulhice eleitoral.” “Porque se disser coisas sérias as pessoas não prestam atenção.

…E Mário Crespo, que cada vez mais se assume um pouco-alinhado no rebanho do “yes, Minister“.

Quando batermos no fundo, não será por falta de avisos.

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