Como Foi Salvo o Futebol


Isto de Espanha ganhar o que nós não conseguimos é tão farto que até já cheira mal.

…As boas notícias são que graças a estes gajos o futebol não vai precisar de inventar regras contra o anti-jogo para o Mundial, como acontecia no caso de terem vencidos os outros gajos.

Continuamos a acreditar que este é um jogo para jogar, para arriscar, para vibrar.

Obrigado, oh espanhóis!…

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Quem Por Aqui Passe… II

Muita gente por aqui passa.
Ou, mesmo se não muita, muita para mim…

…Como aquela minha visita repetida de Álvaro, Castelo Branco.
Poderá ser que lá para terras de “engenheiros” se consuma este tipo de blogs?

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Exames Nacionais do Ensino Básico

ou, “Com A Mão na Massa

Lá vem a nau Catrineta
Que tem muito que contar!
Preparai-vos oh senhores,
P’ra uma história de pasmar.
Passava já uma semana
Que ia na volta do mar,
Não tinha mais a fazer
Ou p’ra onde se virar,
Enrolada naquele molho
Do fingir de ensinar.
Mas a vontade era rija,
Não a puderam dobrar.
Que se está votada à sorte
A sorte faz-se ao lutar…

Simiesco

Só lhe consigo achar piada durante meio segundo.
Depois, é só repulsa; nojo.

Li já há dias no Perspectivas sobre algo de uma dimensão que me tira do sério.
Não posso dizer que me tenha surpreendido – sequer que tal aconteça sob a capa do silêncio conivente de uns media com poder e sem responsabilidade – como leitor constante deste blog tenho acompanhado de perto esta e outras monstruosidades pelo mundo fora, num espaço na net cada vez mais configurado em espécie de Observatório do Absurdo…
Bem-haja o O.

Ao que parece, o Parlamento Espanhol aprovou uma Proposta de Lei que prevê conceder aos símio alguns Direitos Humanos. (Para os mais cépticos, a confirmação no El Mundo e o texto integral.)

Se quisermos podemos já começar pelo fim. Pelas “contra-alegações”.

Quando alguns deputados socialistas espanhóis – sem a maioria dos quais o Parlamento Espanhol jamais enveredaria nesta (e noutras) cavalgada(s) – sacodem a pressão dizendo estar a ser arrastados para uma polémica que não existe, não conseguem iludir o que é evidente.
Quando afirmam que se trata de conservar uma espécie, nunca falando de assemelhar direitos de grandes primatas com humanos“, estão a fugir à responsabilidade dos seus actos.
Porque não estamos a brincar ao “salvem a pardaloca-careca de Silves” ou ao “não destruam o habitat do lobo-de-três-pernas da Godinheira“.

Primeiro, ao associarem-se os senhores deputados do PSOE aos seus colegas da Esquerra Republicana-Izquierda Unida-Iniciativa per Catalunya Verds e ao Proyecto Gran Simio, estão a perfilhar com o seu ar composto e sério uma mescla de demagogia, cienticismo de pacotilha e delírio remanescente da doideira da viragem do século.

Quem vá ao site do Great Ape Project (“GAP” para os amigos…) pode ler que desde 1994 os senhores exigem (sic) “a extensão da comunidade de iguais a todos os grandes primatas: humanos, chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos[,] uma comunidade moral na qual são aceites princípios morais básicos ou direitos nas relações com os outros, garantidos por lei.”
(E eu que pensava que esta malta era tão contrária a “comunidades morais”…)

Ou seja, eu e um gorila somos iguais.
Logo, eu tenho de respeitá-lo como respeito uma pessoa.
Logo, ele como é meu “igual” está disposto a respeitar-me como eu o respeito a ele.
Sexta convido-o para ir lá a casa…
…Sábado convida-me ele.

Isto é uma brincadeira. Que roubando tempo à discussão de coisas sérias e urgentes torna esta gente criminosamente cúmplice na falha da sua resposta.


Segundo, não é debalde que o parlamento de uma nação confere direitos a animais que até agora só reconhecia a seres humanos: preservação à tortura, vida e liberdade.

A partir do momento em que a bicheza veja reconhecidos por lei estes Direitos, de imediato eles conflituarão perante a Lei e a Ética com os dos Humanos, seus inesperados iguais.

Qual a liberdade que deve merecer mais rápida intervenção? A da macacada por esse mundo fora ou a de humanos em cativeiro? – porque a diplomacia não pode chegar a todo o lado ao mesmo tempo. (Só se se negociar a liberdade em pacotes de desconto: humano+chipanzé+gorila pelo preço de um…)
Qual a vida a salvar em caso de concorrência? Pergunta honesta e resposta eventualmente sinistra à luz da Lei.

Estaremos todos loucos?

Brincar assim com os Direitos Humanos não é fruto de amor franciscano pelas alimárias, é ou mero pasto de bestas – elas sim – que ignoram que o Sagrado não estica ao infinito e que quando tudo o é nada acaba por sê-lo, ou campo de recreio para fanáticos encapuzados apostados em desarticular pela base o edifício cultural de um Ocidente já arrastado pelas vielas de uma rameira globalidade.

Vai-se abrindo de par em par a porta para o futuro radioso em que nenhum obstáculo se oporá à nova Ordem do Senhores do Pensamento: nem Nações, nem Religiões, nem Ideologias, nem Laços entre indivíduos, nem Sexos, nem Idades, nem Traços Distintivos do que é o próprio Homem.
Campo aberto para um libertário Mundo Novo, insensibilizado e dócil.

Gosto muito de bichinhos. (Mesmo fora do prato.)
…Ou mais ou menos, pronto!
E até acho os macaquinhos muito parecidos connosco… (Excepto naquela parte de atirarem cócó às pessoas… Mas isso deve ser por causa das más condições prisionais…)

Mas estou disposto a bater-me fisicamente por que tal absurdo em Portugal nunca veja a luz do dia.

Não antes pelo menos de ver essa generosidade igualitária levada às últimas consequências.
Numa Espanha (ou arredores) os grandes primatas terem todos direito à vida, à liberdade, à segurança, à saúde, à educação, à propriedade, à associação, a votar e a ser eleitos, a frequentar locais públicos, a conduzir, a casar, a trabalhar, a ter porte de arma,…

Não nunca antes disso.

Mas cheira-me que este esquema de venda de livros não está interessado em ir tão longe, desde que lhe vá dando para os gastos e mais uns trocos.

Porque há muita gente pronta a ser papada por espertalhões por esse mundo fora.
Sempre.
Muitos cegos apostados em também não ouvir.

Acabar Com os Ricos II

E neste processo revolucionario-milagreiro educativo há mesmo duas barricadas – chamemos-lhes… maneiras de o encarar.
Barreiras cada vez mais nítidas na exuberância com que um dos partidos da questão tentam enfiar boca-a-baixo a sua mistela.

Há dias a senhora Ministra da Educação correu o risco mal calculado de ir à SIC, em directo, ser entrevistada por um Bento Rodrigues que não esteve para lhe servir papinhas e a mandou eficazmente contra a parede por mais que
uma vez, sentenciar sobre os resultados de Provas e Exames.


Negando a pés juntos o alegado crescente facilitismo do ME, explicou que perante uma prova usam-se técnicas estatísticas para avaliar a complexidade […]. E quando apenas 5% dos alunos conseguem completar a totalidade da prova com êxito, isso diz tudo, ou alguma coisa.

Isto é, se numa prova hipotética de questões do tipo “Gostas mais de carne ou de peixe?95% dos alunos não fossem capazes de responder a uma última: “Em que está a Ministra a pensar neste momento?“, reservada naturalmente aos 5% de alunos com poderes paranormais, a prova seria classificada decerto como de considerável dificuldade global!…

Foi bom de ver a dificuldade com que a senhora está em engolir o petisco que optimista sonhou digerir no refestelo da 5 de Outubro com a sua congregação…
Apesar do tom auto-suficiente da entrevista.

Dificuldade desesperada que levou a senhora a calcorrear de novo as ruas da demência e do desprezo, já percorridas muitas vezes durante o seu mandato.

Perante a questão desconcertante do entrevistador, “se estariam os nossos alunos a estudar mais ou as provas do Ministério a ser mais fáceis”, e face a opiniões dos craques da Matemática nacional, a Ministra da Educação deu com uma questão a resposta inimaginável:
NÓS SABEMOS O QUE SE PASSA COM A MATEMÁTICA?


Da boca da Ministra, num socratismo fora de tempo, foi posta a possibilidade de nada sabermos – isto é, de nestes anos todos do seu mandato ela mesma não se ter mexido para saber – “o que se passa com a Matemática”.
Absurdo exercício de fuga e negação…



Mas foi mais longe, desorientada pela questão das queixas de impreparação dos jovens pela boca dos professores do Ensino Superior.

“AQUILO QUE É EXIGIDO CONHECER-SE COMO COMPETÊNCIAS BÁSICAS A MATEMÁTICA E A LÍNGUA PORTUGUESA, AS NOSSAS CRIANÇAS DO QUARTO ANO DE ESCOLARIDADE [CONHECEM-NAS]”.
“NÃO É AS QUE ESTÃO A ENTRAR PARA A UNIVERSIDADE”.
“SE AS CRIANÇAS NÃO CONTINUAREM A TRABALHAR DEPOIS DOS 10 ANOS O PORTUGUÊS E A MATEMÁTICA… NÃO HÁ MILAGRES, VÃO COM CERTEZA REGREDIR…”

Fora o absurdo das “competências básicas que se conhecem“, terminologia de uma cientificidade de vão-de-escada, fica a afirmação de que no percurso escolar dos jovens portugueses, desde os dez anos até à faculdade, é sempre a regredir.

E no exercício, já tão bem conhecido de todos, de desprezo por qualquer profissional que atravessado no seu caminho lhe aligeire o fardo da má-consciência ou da má publicidade, depreende-se que a regressão fica a dever-se à – má – qualidade do trabalho que se realiza nas escolas de 2º e 3º Ciclos e Secundárias, que dão cabo dos nossos meninos…

E porque não ir ler o Pisa com atenção? Mesmo que fossem só os bonecos a cores; que já lhe davam uma certa ideia...

clicar p/ aumentar – fonte: Relatório Pisa; 2006 ( a ler, mesmo!!… )


clicar p/ aumentar – fonte: Relatório Pisa; 2006 ( …mesmo, mesmo!! )


No Ensino Português (pré-Milagre), não sendo nenhuma avaria nem surpresa, a literacia nos domínios da Matemática e do Português são crescentes durante a escolaridade dos jovens.
Pelo menos desde 2000. Pelo menos até 2006!

A solidez de uma “verdade” boçal, criada de circunstância, à la minute, muleta para amparar um esquema de pensamento improvisado mas rígido, imagem de uma marca!


Mas a fuga continua. Sempre. Desembestada. Em frente.

E se a propósito da facilidade das várias provas de anos e ciclos na boca de jovens em êxtase o entrevistador comenta “Eu não me lembro dos meus exames serem ‘fáceis demais’!“, resta a fuga para o beco.
A fuga para o farol da razão.

“HÁ UNS QUANTOS PESSIMISTAS DE SERVIÇO NESTE PAÍS. […] O PAÍS TEM QUE ESTAR SEMPRE MAL E OS ALUNOS TÊM QUE SER SEMPRE MAUS. QUANDO OS RESULTADOS SÃO POR SI MAUS E REVELAM FRAGILIDADES NO CONHECIMENTO DAS COMPETÊNCIAS, AÍ ESTÁ A PROVA DE QUE O PAÍS ESTÁ MAL. QUANDO MELHORA, COMO O PAÍS NÃO PODE MELHORAR, É PORQUE AS PROVAS ESTÃO ERRADAS.”

É verdade que há pessimismo. E que de tão crónico que é nos impede de abandonar o posto – estar de serviço vigilante a esta gente.
É verdade que com gente assim se vai confirmando que o País tem, forçosamente, de estar sempre mal. E que os alunos, como nós os fazemos, sempre maus. Não é opinião, é facto.
É verdade que maus resultados educativos revelaram fragilidades.
E é verdade que melhorias destas, abruptas, sem fundamentos, só podem revelar que, de facto, as provas estão erradas…
Concordo com a Ministra da Educação em cada um destes pontos.

Mas não me cheira que a senhora apreciasse essa coincidência.



Por isso creio que continuaremos a divergir.

Mesmo quando a senhora Ministra diz dos “FACTOS CONCRETOS, [COMO] AS HORAS QUE ESCOLAS E PROFESSORES TIVERAM PARA MELHORAR OS RESULTADOS”.

Sei falar-lhe da ilusão que é o reforço da leitura em sala de aula, só por si, recuperar resultados de alunos neste intervalo de tempo…
…E da indecente sovinice de um Ministério que regateia crédito horário docente para os apoios em Língua Portuguesa aos alunos que deles precisam.

Como sei falar-lhe de um Plano Nacional da Matemática cujos resultados espelham a sujeiição às mesmas burocracias, às mesmas restrições orçamentais, à mesma engrenagem ministerial castradora de sempre.

Mas isso cheira-me que será assunto para mais tarde.

Acabar Com os Ricos I

por lá passei várias vezes e ainda não deve ficar por aqui.
…O Milagre Educativo Português (com maiúsculas à farta, como convém…).
Orgulho pátrio e esperança em amanhãs que cantam.

Portugal confirma que consegue fazer num ano o que países – chamemos-lhes – normais não lograram senão em gerações.
O Partido Socialista e o “Governo” demonstram que sempre estiveram certos e que o galope desenfreado do decisionismo ministerial não só sabia para onde nos levava – o sucesso educativo da nossa gente – como já lá chegámos.

Aleluia e sai da frente!

Ora, porque me lembrei eu disso outra vez?
Por causa daquela invenção europeia do “Robin Hood” de tirar às petrolíferas as lâminas de gordura que criam de parasitar o cliente, e da intenção do Primeiro-Ministro de ir pensar na questão no que toca a Portugal…
É que eles não sabem que por cá isso já acontece há algum tempo.

Tirar aos ricos, dar aos pobres e tal…

Só que fazendo jus à competência que se lhe conhece o sr. Primeiro-Ministro acaba por ser mais um Dennis Moore, à la Monty Python nos anos 70 (episódio 37 da 3ª temporada), que tira não sabe o quê a não sabe quem, já se tendo esquecido no meio da lufa-lufa do próprio porquê do tirar e do repartir.


Por exemplo na Educação – cá está! – o robinismo deste “Governo” está patente em toda a glória e esplendor.

Perante uma situação como a de 2005 – com “mais de dois terços dos alunos do nono ano” a chumbar no exame de Matemática – ou como a de 2007 – com maus resultados obtidos pelos 1º e 2º ciclos em aspectos centrais de Língua Portuguesa – o “Governo” interveio leonino e anulou as disparidades sociais implícitas nos números.

clicar p/ aumentar – fonte: Relatório Pisa; 2006 ( a ler!!… )

“- Ai o Pisa diz que as condições familiares do aluno têm influência no sucesso?
Pimba!, nivela.

Resultado: em 2008 o Milagre Educativo Português é tangível.
Nas Provas de Aferição de Matemática do 1º e 2º Ciclos os resultados negativos cairam para menos de metade e as Provas de Língua Portuguesa, não vindo de tão baixo, também arrebitaram.
Seguiram-se os Exames Nacionais de 9ºAno de Matemática e de Português, a que os alunos chamaram um figo.
Por fim, nos Exames de 12º Ano, os alunos repetiram o disco: “que tinha sido com uma perna às costas“!

Robin Hood à solta: levar a todos consoante o seu legítimo desejo.

Claro que há sempre uns chatos – como eu, como outros professores que não gostam de ser papados por lorpas, e muitos cidadãos atentos – para quem tudo tem sempre de fazer um custoso sentido.
(Como se não bastasse já a quem compete produzir resultados maçar-se a produzi-los, ainda teria mais sobre os seus ombros o pincel de explicar ao vulgo a metafísica das suas maravilhosas concretizações…)

…E não faz sentido absolutamente nenhum uma coisa muito singela que salta à vista do observador mais tapado: se as variáveis do jogo educativo se mantiveram – quase – intactas de umas provas para outras, os resultados não teriam condições para uma alteração radical do mau para o óptimo.
Elementar.

Nas escolas continuamos a ter os mesmos alunos com qualidades e vícios, provindos de uma mesma sociedade virtuosa e viciada também ela (na calha da degradação progressiva), trabalhando com os mesmos professores (alguns elevados entretanto à categoria celeste de Titulares), nos mesmos locais, sob as mesmas condições (ah, claro!, agora há uma molhada de computadores que podemos como escravos transportar do cofre para as salas…), à volta dos mesmíssimos programas (…passíveis de beatas “adaptações curriculares”), durante os mesmos anos lectivos, com o mesmo empenho de sempre da parte das criancinhas…

(Houve de permeio para aí uma “medidas” fabulosas do Ministério da Educação, houve, mas lá irei.)

Explicação razoável e empiricamente provada: foram os instrumentos de avaliação que, calibrados de forma diferente, permitiram produzir disparidades gratuitas de resultados!

Dizia agora o Presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática sobre a Prova de Aferição da disciplina deste ano – cujo enunciado considerara já publicamente “elementar” e “ridículo” – que “ninguém sabe comparar os resultados das provas, porque estas têm sido feitas com critérios e com graus de dificuldade diferentes, pelo que não é possível chegar à conclusão de que os alunos estão melhores assim como não é possível concluir que estão piores” (dando aqui a ironia um claro benefício à casa!).

Com os papás (não Encarregados de Educação a sério com que tive o privilégio de trabalhar, mas as CONFAPs e que tais…) a pedir já explicações, um tira-teimas por exemplo através do confronto das notas do M(ilagre do) E(nsino) P(ortuguês), com as classificações da frequência das disciplinas pelos alunos!
(O que, pessoalmente, acho que tanto pode ser esclarecedor como enganador – é que o MEP já enraíza os seus braços fundos em muitas instâncias há muito tempo…)

Idem aspas sobre o Exame de 9º Ano de Matemática, considerado “o mais fácil de sempre“…

…Ou sobre os Exames de Matemática A e B do 12º Ano; cuja excessiva facilidade se encontraria “abaixo do nível do programa“.
Diz de novo a Sociedade Portuguesa de Matemática que
«uma questão do grupo III “poderia ser abordada numa aula do 9.º ano e resolvida por considerações de simples bom senso”, enquanto outra do grupo II “pouco ou nada avalia em termos matemáticos, testando apenas a destreza no uso da calculadora“».

…Pela primeira vez na memória ficam as declarações bizarras dos alunos que saindo das provas as achavam “mais fáceis que os testes” realizados à disciplina durante o ano!

Mas do mesmo se queixou a Sociedade Portuguesa de Química, tendo criticado a existência de “questões extremamente elementares” no exame nacional de Física e Química A, e declarando depois da sua realização: algumas perguntas “exigem apenas que o aluno saiba ler“.

E nem os exames de Português de 12º Ano escaparam.
Críticas também, ainda que não pelo prisma da facilidade, pela crónica falta de acerto do Ministério da Educação nas questões apresentadas e na concepção da prova – por exemplo, desta vez, com referências à zombie-TLEBS que não deveriam ter surgido.

Uma festa.
Para a Ministra, perfeitamente normal.

Pouco interessa que da razia de asneira se passe à razia de flores. As duas anómalas e injustificáveis.
Antes, os alunos pobres de espírito, de vontade ou de oportunidades tendiam a ficar marginalizados por um ensino mainstream que não lhes dava resposta cabal.
Agora caiu sobre eles, mas também sobre todos os outros, o maná equalizador.
O sucesso não “pode” ser de todos, “é” de todos – quase mesmo dos que se recusem a alcançá-lo.
Para acabar com a dificuldade de atingir patamares, destroem-se os patamares.
E onde ontem existia a meta de um resultado – injustamente para alguns uma miragem – hoje não há nada. Não há motivo, não há pretexto, não há propósito para que alguém queira transcender-se e ir a um mais além que é já aqui.

Eis o Dennis Moore-Robin Hood acéfalo.
De cujos actos se retira um proveito nulo.

O caminho para onde vamos
O que no fim nos espera.

…E muitos, muitos portáteis.

1,2,3, teste…


ESTE É UM POST DE TESTE DE IMPACTO NO ÂMBITO DO PROTOCOLO COM O CENTRO DE ESTUDOS BLOGUÍSTICOS PNNM, PELO QUE DEVE SER IGNORADO SOB RISCO DE LESÕES MORAIS GRAVES –

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